Era uma vez um menino que não gostava de tomar banho.
Ele se chamava Pedro e tinha 13 anos.
Os amigos ficavam zuando da cara dele, porque não gostava de tomar banho.
A turma do Pedro estava na faixa de 12, 13, 14 anos e todos tinham namorada.
Pedro, o Menino Porquinho, não tinha namorada, porque ele não tomava banho.
A mãe de Pedro se chamava Maria e tinha 33 anos, e o pai era Vitor e tinha 39 anos. Eles eram casados e Pedro era o único filho.
Dona Maria ficava muito triste com Pedro que não tomava banho e era muito fedorento, não só porque tomava banho uma vez por semana, mas também porque transpirava quando voltava da escola e das brincadeiras com os seus amigos. Pedro não usava perfume, ele era alérgico.
Pedro também queria ter uma namorada, mas ninguem dava bola prá ele. Ai Pedro começou a gostar de uma garota na escola, e tentou se aproximar da menina e ela disse: “você é muito fedorento. Eu não quero namorar com você”.
Entao ele foi prá casa, triste, e quando chegou em casa a mãe perguntou: “porque você está triste meu filho?”. Pedro falou: “eu queria ter uma namorada, mas só que ela não gosta de mim e disse que eu sou muito fedorento”.
A mãe ficou com pena dele disse: “meu filho, porque você num larga de ser fedorento e vai tomar dois banhos por dia? Um quando você vai a escola, arrumado, com o cabelo penteado e cheiroso. O outro banho você toma quando chegar da escola”.
Foi ai que Pedro deixou de ser fedorento e de ser o “Menino Porquinho” e a mãe de Pedro deu o apelido a ele de “Menino Cheiroso”.
Entao a menina, que se chamava Marina e tinha 12 anos, queria namorar com Pedro porque ele estava cheiroso e arrumado.
Moral da estória: é sempre bom tomar banho.
Autor: Gabriel Verdan de Souza