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Ginglinger-fix Vendange - Alsácia

12.12.2016

 

Confesso que vivi! E confesso que adorei a experiência de trabalhar – um dia – colhendo uvas numa vinícola da Alsácia, França. A vinícola é da família Ginglinger, que fica em Voegtlinshoffen, exatamente na Rota do Vinho, não muito longe de Colmar. Depois de viver por sete anos na região, claro que fiz amigos e entre eles essa família que, sabedora de minha vontade e curiosidade de colher uvas, acabou me convidando para uma jornada em 2011.

 

http://www.ginglinger-fix.fr/

 

Marie-Paule a matriarca fica em casa recebendo os visitantes para degustação na cave, sempre gentil e que faz questão de degustar junto, e por isso não vai para o campo de batalha. Então, luvas e tesoura nas mãos segui junto com o grupo para a vinícola. Era final de agosto, calor, mas um céu opaco. André, o chefe, e os filhos Éliane e Hubert,  me ensinaram as primeiras tesouradas. Fácil: segura-se o cacho com delicadeza, mete a tesoura na base, e deposita-se em enormes baldes. Rapidinho aprendi a tarefa e ao final, disseram eles, fiz um bom trabalho. Ufa!

 

 

Corta-se, canta-se, conta-se piadas e a gente ri muito. Desafinada, achei melhor não cantar, deixando para os outros amigos da família que, voluntários, estavam no campo. Um agradável momento para mim, de amizade e descontração, sentindo na pele o que é ralar colhendo uvas que depois se transformam na bebida mais apreciada na história desse mundo. A parada para o almoço coletivo é tudo de bom, comida alsaciana e, lógico, muito vinho e crémants.

É cansativo sim, e os produtores familiares de uma maneira geral sabem disso, e sempre precisam contar com a ajuda de amigos/voluntários para a colheita para não encarecer o produto final. Na Rota do Vinho da Alsácia praticamente quase toda a produção é familiar, o que dá, inclusive, um toque especial ao produto. Os custos de empregados são caros. Às vezes, com as crises e os altos impostos, os produtores ficam desanimados e sonham em até vender a vinícola. Mas vão ficando, graças à Deus!

 

Depois da colheita, e sabedora da dedicação da família Ginglinger de plantar, colher e fabricar os vinhos maravilhosos deles, passei a valorizar ainda mais o que compro. O faço com um enorme prazer, e ainda levava sempre visitantes brasileiros e franceses para aquela acolhida especial da Marie-Paule na cave da família.

Aliás, estando na Alsácia, bato ponto na casa da família e trago umas garrafas para matar saudades.

 

 

 

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