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Rugendas no Brasil Colônia

 De repente a Rede Globo nos desperta para voltar à história do Brasil Império, com uma novela e uma mini série. A história de uma Nação contribui para o seu presente e futuro, e nos faz ter a certeza de que, nesse caso do Brasil Colônia, o escravagismo foi uma mancha e devemos aprender a pedir perdão aos nossos irmãos descendentes, bem como às tribos Indígenas, e que eles nos possam perdoar. Liberdade é  um direito de todos.

Vou aos meus arquivos e encontro Rugendas e as suas obras retratando o Brasil em litografias, país em que ele viveu de 1822 a 1824.

O pintor e desenhista alemão JOHANN MORITZ RUGENDAS desembarcou no Brasil como integrante da comitiva do barão de Lagsdorff. Com apenas 22 anos, o jovem talentoso artista contratado para anotar e desenhar aspectos, paisagens, fauna, flora, costumes, a população e o seu modo de vida, logo se separou do grupo para se dedicar sozinho aos seus trabalhos percorrendo vários pontos distantes da inóspita região.

 

Em sua estada no Brasil ele passa por Mato Grosso, Bahia e Espírito Santo e retorna ao Rio de Janeiro. Ele andou por Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo, Goiás. Rugendas não realiza nenhuma pintura a óleo em sua primeira estada no Brasil, privilegia o desenho e ocasionalmente o colore à aquarela.

 

Com a abertura dos portos por iniciativa de D. João, vários estrangeiros desembarcam no Brasil, permanecendo por mais tempo na cidade do Rio de Janeiro e de onde saem em expedições pelas regiões internas do país. O Rio de Janeiro era passagem obrigatória dos viajantes. Isso possibilitou uma verdadeira profusão de estrangeiros que, além da permanência mais prolongada no Rio de Janeiro, empreenderam muitas expedições pelas regiões internas do Brasil.

 A cidade era, pois, passagem obrigatória para grande parte dos viajantes oitocentistas, fosse por apenas alguns dias, ou até por muitos anos. Assim, a Corte imperial foi, sem dúvida, o laboratório cultural mais completo e diversificado no qual os modos de ver os europeus exercitaram interpretações para os modos de ser de africanos no cativeiro. 

 

De sua estada nasceu o livro 'Viagem Pitoresca pelo Brasil', um conjunto de litografias importantes para a nossa história. Essas fotos foram feitas por mim na Biblioteca de Mulhouse, na França, onde se encontram toda a série do livro e que  tive acesso. Compartilho.

 

 

 

 

 

 

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