Doce fragilidade


A doce e insana fragilidade humana me leva a transportar ao meu lado uma bengala de madeira, com apoio em prata. Agora passo a ter três patas para o ‘firmamento’ do corpo frágil, e ‘bengalando’, ora para a direita ora para a esquerda.

Logo a terceira pata se prostrará num canto da sala ou do corredor, pouco importa, colada à parede que lhe dará sustentação para ficar em pé.

Tomara que fique encostada por longo tempo, até que outro a herde. Eu, tô fora!

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