A boca, as palavras

"As palavras quando ditas podem ser como um chicote afiado, Que corta o vento e massacra o coração. Nada de temer palavras quando elas saem da pureza da verdade, Quando ditas em gotas de amor e que nos fazem crescer. A boca, dizem, pode ser o chicote que nos açoita, Mas deve ser como o orvalho que nos refresca e brota a paz. Palavras saídas da boca devem confortar, ou, é melhor o silêncio. Cuidados devemos ter para com palavras bumerangue, De pesadas que são podem nos ser devolvidas e nos sufocar, ou, derrubar, Como o chicote afiado que corta o vento. Palavras existem para que formem um conjunto de pensamentos de amor, De trabalho, de conhecimento e ensinamento. Palavras nos ensinam, e com elas podemos ser pessoas melhores, Capazes de crescer e caminharmos de mãos dadas. Palavras de amor, que sejam. Ou prefira o silêncio, a mudez da boca fechada. Pois o chicote afiado pode cortar em todos os lados da face".

(extraído do livro 'De tudo um pouco', de CCJ, 2018)

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