“As mulheres da vida de Jesus”


Baseado na palestra do palestrante Hélio Tinoco

Ao longo de sua curta vida, ainda no ventre da mãe, Maria de Nazareth, Jesus tocava os corações e mentes das mulheres, absolutamente natural para um mestre que compreendia tão bem a importância das mulheres dentro de uma sociedade. O mestre viveu em uma época em que o público feminino não merecia os devidos valores e, muito menos, o respeito. Casavam jovens e, em muitos casos, os casamentos eram arranjados para que elas procriassem e cuidassem do lar, do marido. Quando conquistavam alguma independência era mal vistas. Se caíssem em adultério eram castigadas a pedradas em praça pública, por aqueles mesmos que não estavam isentos de pecados e aos olhos de outros pecadores, ou incrédulos. As mulheres eram até humilhadas por situações alheias a elas, devido à ignorância da humanidade daquela época.

A atenção que dedicava às mulheres lhe era retribuído da mesma forma. Elas cuidavam do mestre como podiam servindo à mesa, lavando-lhe os pés, praticando a caridade. Jesus, acredita-se que tenha sido filho único de Maria, certamente recebeu a educação que uma mãe pode dar ao filho para que respeite os seres, independente de sexo, raça, cor, idade. Jesus cuidava e amava as criancinhas, trazia à vida os mortos, fazia andar os aleijados, era o médico da mulher que sangrava há anos libertando-a da doença. Jesus amava e era amado, simplesmente porque era um ser humano como todos aqueles que viviam no sem tempo.

Jesus, o filho do Pai, cuidava e cuida dos irmãos. Simples assim.

Essas são algumas das mulheres que tiveram representatividade antes da caminhada messiânica do mestre, e os fatos ocorridos são registrados pelos evangelistas e constantes na Bíblia.

1ª - Isabel – Mãe de João Batista e prima de Maria de Nazareth.

Maria, grávida foi visitar a prima Isabel que também aguardava a chegada do filho. Ao avistar a prima, Isabel viu quando a criança mexeu no ventre de Maria e então exclamou em ata voz:

"Bendita é você

entre as mulheres,

e bendito é o filho

que você dará à luz! (Lucas, 1:42)


2ª – Ana, conhecida também como Santa Ana, ou Santana – avó de Jesus, mãe de Maria. Nos relatos, consta a esterilidade de Santa Ana.

“Santa Ana tinha um grave problema: era estéril. Não conseguia engravidar mesmo depois de anos de casada. Em Israel daquele tempo a esterilidade era sempre atribuída à mulher, por causa da falta de conhecimento. A mulher estéril era vista como amaldiçoada por Deus. Por isso, Santa Ana sofreu grandes humilhações. São Joaquim, por sua vez, era censurado pelos sacerdotes por não ter filhos. Tudo isso fazia com que o casal sofresse bastante.

A concepção milagrosa de Maria

Santa Ana e São Joaquim, porém, eram pessoas de fé e confiavam em Deus, apesar de todo sofrimento que viviam. Assim, num dado momento da vida, São Joaquim resolveu retirar-se no deserto, para rezar e fazer penitência. Nessa ocasião, um anjo lhe apareceu e disse que suas orações tinham sido ouvidas.

Ao mesmo tempo o anjo apareceu também a Santa Ana confirmando que as orações do casal tinham sido ouvidas. Assim, pouco tempo depois que São Joaquim voltou para casa, Ana engravidou. Parece que através do sofrimento, Deus estava preparando aquele casal para gerar Maria, a virgem pura concebida sem pecado.

O nascimento de Maria

Segundo a Tradição cristã, no dia 8 de setembro do ano 20 a. C., Santa Ana deu à luz uma linda menina à qual o casal colocou o nome de Miriam, que em hebraico, significa “Senhora da Luz”. Na tradução para o latim ficou “Maria”. A vergonha tinha ficado para trás. E daquela que todos diziam ser estéril nasceu Nossa Senhora, a mãe do Salvador.

Santa Ana e São Joaquim são de fundamental importância na História da Salvação. Não só pelo nascimento de Maria, mas também pela formação que deram à futura Mãe do Salvador”.


3ª – A sogra de Pedro

“A cura da sogra de Pedro é um dos milagres de Jesus que foi registrado nos Evangelhos Sinóticos (Mateus 8:1-4; Marcos 1:40-42; Lucas 4:38,39). A Bíblia diz que a sogra de Pedro estava com uma febre muito alta quando Jesus a encontrou. Jesus repreendeu a febre e aquela mulher foi imediatamente curada.

Como todos os demais milagres de Jesus, a cura da sogra de Pedro serviu de testemunho da autoridade do Senhor Jesus como o Filho de Deus. Durante o Seu ministério terreno, Jesus curou doentes, controlou as forças da natureza, expulsou demônios e ressuscitou mortos”.


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As mulheres da caminhada messiânica de Jesus.

1ª – Maria – Mãe de Jesus

Claro que Maria, a mãe do mestre, teve papel fundamental na formação de Jesus, acredita-se mesmo que tenha sido preparada, ainda antes de seu nascimento, para trabalhar na formação do mestre. Delicada jovem senhora, Maria cuidava ainda de marido José e dos filhos dele, nascidos de casamento anterior, pois São José era viúvo.

A união de mãe e filho é mostrada nas bodas de Caná, quando Maria informa a Jesus que o vinho tinha acabado e pede que ele transforme a água em vinho. Maria, também era chamada de a Rainha dos Anjos.

João 2:1-11 afirma que durante um casamento em Caná, para o qual Jesus fora convidado com seus discípulos, acabou-se o vinho. A mãe de Jesus então diz ao filho: "Eles não têm mais vinho", ao que Jesus responde: "Que tenho eu contigo, mulher? ainda não é chegada a minha hora.". A mãe de Jesus então pede aos servos que façam o que Jesus mandar. Ele ordenou que eles preenchessem os vasilhames com água e tomassem um pouco dela para servir ao presidente da mesa. Após prová-la, e sem saber de onde vinha essa porção, ele congratulou o noivo por não seguir o costume de servir primeiro o bom vinho, servindo-o por último. João adiciona ainda que: "Com este milagre deu Jesus em Caná da Galiléia princípio aos seus milagres, e assim manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele".

2ª – A viúva de Nain – Jesus cura o filho da viúva de Nain.

“A ressurreição do filho da viúva de Naim foi um dos milagres de Jesus, realizado durante o enterro do jovem, na vila de Naim, aproximadamente quatro quilômetros ao sul do Monte Hermon. Este evento é relatado no Evangelho de Lucas e é a primeira das três vezes nos evangelhos canônicos que Jesus traz alguém de volta à vida”. Lucas 7:11 a 17

3ª – Joana de Cusa - Mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.

“Foi uma mulher mencionada nos evangelhos canônicos que foi curada por Jesus e que teria depois apoiado os discípulos e Jesus em suas viagens, mencionada no Evangelho de Lucas como uma das seguidoras de Jesus. Ela era esposa de Cusa, responsável pela residência de Herodes Antípas, o tetrarca da Galileia. Lucas 8:3

4ª – Maria de Magdala – Maria Madalena - A pecadora que ungiu os pés de Jesus.

“E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-los com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-los com o ungüento. Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Um certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro cinqüenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois, qual deles o amará mais? E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento. Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz”. Lucas 7:36-50

5ª e 6ª – Maria e Marta – Irmãs de Lázaro.

“Havia um homem chamado Lázaro. Ele era de Betânia, do povoado de Maria e de sua irmã Marta. E aconteceu que Lázaro ficou doente. Maria, sua irmã, era a mesma que derramara perfume sobre o Senhor e lhe enxugara os pés com os cabelos. Então as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: "Senhor, aquele a quem amas está doente". Ao ouvir isso, Jesus disse: "Essa doença não acabará em morte; é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por meio dela". Jesus amava Marta, a irmã dela e Lázaro. No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava. Depois disse aos seus discípulos: "Vamos voltar para a Judéia". Estes disseram: "Mestre, há pouco os judeus tentaram apedrejar-te e assim mesmo vais voltar para lá? " Jesus respondeu: "O dia não tem doze horas? Quem anda de dia não tropeça, pois vê a luz deste mundo. Quando anda de noite, tropeça, pois nele não há luz". Depois de dizer isso, prosseguiu dizendo-lhes: "Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo". Seus discípulos responderam: "Senhor, se ele dorme, vai melhorar". Jesus tinha falado de sua morte, mas os seus discípulos pensaram que ele estava falando simplesmente do sono. Então lhes disse claramente: "Lázaro morreu, e para o bem de vocês estou contente por não ter estado lá, para que vocês creiam. Mas, vamos até ele". Então Tomé, chamado Dídimo, disse aos outros discípulos: "Vamos também para morrermos com ele". Ao chegar, Jesus verificou que Lázaro já estava no sepulcro havia quatro dias. Betânia distava cerca de três quilômetros de Jerusalém, e muitos judeus tinham ido visitar Marta e Maria para confortá-las pela perda do irmão. Quando Marta ouviu que Jesus estava chegando, foi encontrá-lo, mas Maria ficou em casa. Disse Marta a Jesus: "Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido. Mas sei que, mesmo agora, Deus te dará tudo o que pedires". Disse-lhe Jesus: "O seu irmão vai ressuscitar". Marta respondeu: "Eu sei que ele vai ressuscitar na ressurreição, no último dia". Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso? " Ela lhe respondeu: "Sim, Senhor, eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo". E depois de dizer isso, foi para casa e, chamando à parte Maria, disse-lhe: "O Mestre está aqui e está chamando você". Ao ouvir isso, Maria levantou-se depressa e foi ao encontro dele. Jesus ainda não tinha entrado no povoado, mas estava no lugar onde Marta o encontrara. Quando notaram que ela se levantou depressa e saiu, os judeus, que a estavam confortando em casa, seguiram-na, supondo que ela ia ao sepulcro, para ali chorar. Chegando ao lugar onde Jesus estava e vendo-o, Maria prostrou-se aos seus pés e disse: "Senhor, se estivesses aqui meu irmão não teria morrido". Ao ver chorando Maria e os judeus que a acompanhavam, Jesus agitou-se no espírito e perturbou-se. "Onde o colocaram? ", perguntou ele. "Vem e vê, Senhor", responderam eles. Jesus chorou. Então os judeus disseram: "Vejam como ele o amava! " Mas alguns deles disseram: "Ele, que abriu os olhos do cego, não poderia ter impedido que este homem morresse? " Jesus, outra vez profundamente comovido, foi até o sepulcro. Era uma gruta com uma pedra colocada à entrada. "Tirem a pedra", disse ele. Disse Marta, irmã do morto: "Senhor, ele já cheira mal, pois já faz quatro dias". Disse-lhe Jesus: "Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus? " Então tiraram a pedra. Jesus olhou para cima e disse: "Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves, mas disse isso por causa do povo que está aqui, para que creia que tu me enviaste". Depois de dizer isso, Jesus bradou em alta voz: "Lázaro, venha para fora! " O morto saiu, com as mãos e os pés envolvidos em faixas de linho, e o rosto envolto num pano. Disse-lhes Jesus: "Tirem as faixas dele e deixem-no ir". Muitos dos judeus que tinham vindo visitar Maria, vendo o que Jesus fizera, creram nele”.João 11:1-45


7ª – A mulher Samaritana

“Era-lhe necessário passar por Samaria.

5 Assim, chegou a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José.

6 Havia ali o poço de Jacó. Jesus, cansado da viagem, sentou-se à beira do poço. Isto se deu por volta do meio-dia.

7 Nisso veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: "Dê-me um pouco de água".

8 (Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.)

9 A mulher samaritana lhe perguntou: "Como o senhor, sendo judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber?" (Pois os judeus não se dão bem com os samaritanos).

10 Jesus lhe respondeu: "Se você conhecesse o dom de Deus e quem está pedindo água, você lhe teria pedido e dele receberia água viva".

11 Disse a mulher: "O senhor não tem com que tirar água, e o poço é fundo. Onde pode conseguir essa água viva?”


8ª – A filha de Jairo – “Crê somente, e será alva”.

“A ressurreição da filha de Jairo é um dos milagres que apontam para o poder de Jesus sobre a vida e a morte. Conforme relatado no Novo Testamento, durante seu ministério terreno o Senhor Jesus ressuscitou três mortos: o filho da viúva de Naim; a filha de Jairo e Lázaro.

O milagre da ressurreição da filha de Jairo está registrado nos três Evangelhos Sinóticos (Mateus 9:18-26; Marcos 5:21-43; Lucas 8:40-56). Mateus é quem fornece o registro mais simplificado do milagre, enquanto Marcos e Lucas aprofundam os detalhes desse evento.


9ª – A mulher hemorroísa – (sangrando)

“E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia e gastara tudo o que tinha com os médicos; mas ninguém pudera curá-la. Ela chegou por trás dele, tocou na borda de seu manto, e imediatamente cessou sua hemorragia. "Quem tocou em mim? ", perguntou Jesus. Como todos negassem, Pedro disse: "Mestre, a multidão se aglomera e te comprime". Mas Jesus disse: "Alguém tocou em mim; eu sei que de mim saiu poder". Então a mulher, vendo que não conseguiria passar despercebida, veio tremendo e prostrou-se aos seus pés. Na presença de todo o povo contou por que tinha tocado nele e como fora instantaneamente curada. Então ele lhe disse: "Filha, a tua fé a curou! Vá em paz". Lucas 8:43-48


10ª – A mulher encurvada – “Mulher estás livre de tua enfermidade”.

“E pôs as mãos sobre ela, e logo se endireitou, e glorificava a Deus.

E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.

Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?

E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?

E, dizendo ele isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele.

E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?

É semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na sua horta; e cresceu, e fez-se grande árvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu.

E disse outra vez: A que compararei o reino de Deus?

É semelhante ao fermento que uma mulher, tomando-o, escondeu em três medidas de farinha, até que tudo levedou”. Lucas 13:13-21



11ª – A mulher Cananéia – “Mulher, grande é tua fé”.

“E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom. E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã”. Mateus 15:21-28


12ª – A mulher adúltera – “Aquele que não tem pecados, que atire a primeira pedra”.

“Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras. E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava. E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais”. João 8:1-11



13ª – A viúva pobre – ‘Damos o que temos’

“1 Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas.

2 Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre.

3 E disse: "Afirmo que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.

4 Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver".




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