Só o ser humano salva o ser humano


Na batalha travada no mundo para combater ‘o inimigo número um’ dos povos, não foi necessário disparar nenhum tiro, explodir uma bomba, ou qualquer arma letal foi usada contra ele. A Covid-19 que assusta, apavora, enlouquece milhões de pessoas e tirou a vida de outros milhares de homens e mulheres pelo mundo, conseguiu sozinha criar uma luta sem precedentes entre os povos, deixando a todos atônitos.

Entra em cena a ciência, os pesquisadores, os médicos, enfermeiros, um time imenso de profissionais comprometidos com a humanidade. Essa batalha está sendo vencida pela mente, sim pela mente do homem, pelo cérebro pensante. Debruçados sobre as pesquisas, os cientistas buscam o antídoto que vai eliminar ‘o inimigo mortal’.

O mundo não apenas será beneficiado pelo antídoto, como voltará a respeitar e confiar na ciência, carente de recursos, esses mesmos que são investidos em armamento usado para tirar a vida humana. A ciência salva a vida humana, e a Covid-19 está nos mostrando, também isso, a necessidade de valorizarmos a ciência. Muitos cientistas já preveem futuros problemas com outros vírus que podem surgir comprometendo a humanidade. Os recursos das armas que destroem vidas, podem ser investidos no combate á doenças e à forme pelo mundo, antecipando-se aos problemas.

A Covid-19, se quisermos entender mais alguma coisa, está nos mostrando a importância de nos unirmos, todos os seres humanos num só caminho de salvação coletiva. As dores e sofrimentos são inerentes a todos mós, porém se nos unirmos teremos a chance de minimizar os impactos coletivos. Somos sete bilhões de pessoas nesse mundo e, agora, com a Covid-19 percebemos como somos frágeis sozinhos, mas fortes unidos.

Milhares de vidas se perdem vítimas do vírus. Esses seres, poderíamos pensar, estariam entregando as suas vidas para que possamos nos despertar para a esse universo de sete bilhões de pessoas? A unicidade dos seres, tão defendida por Sua Santidade, XIV Dalai Lama, é a saída para que possamos nos unir e enfrentarmos juntos os desafios dos tempos modernos. A unicidade salva o máximo de pessoas possíveis, e possamos viver com dignidade, com trabalho e renda, com saúde e alimentação.

A Covid-19 nos mostra que somos unos, somos iguais. Esqueçamos que vivemos em pedaços de terra desse universo independentes de tudo e qualquer coisa. Não, somos seres interdependentes, o que um sofre, repercute comigo, em você, em todas as pessoas. O mundo globalizado é interdependente, a intolerância que se passa lá, vai repercutir aqui; os preconceitos entre negros, pobres, mulheres, nações, etnias etc. são um problema coletivo e só a união de todos pode solucionar, ou reduzir.

Como o homem negro americano, George Floyd que perdeu a vida sobre os joelhos de um policial, implorando pela vida, nós também ‘precisamos respirar’, mas juntos, unidos, pelo bem dos seres vivos, do meio ambiente. Pela vida, respiremos juntos.

Maria Jecko

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